quinta-feira, 1 de abril de 2010

A CONTRIBUIÇÃO DA COR DA CANETA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA





A cromoterapia deve ter sua importância, o equilíbrio físico-energético para muitos está intimamente ligado as cores que se usa no seu dia-a-dia. No antigo Egito já era praticada. No entanto, não vejo muita importância entre a cor que se corrige as avaliações e o resultado ou constrangimento do aluno, a não ser que o professor se utilize de “frases de efeito” para chamar a atenção do aluno – mas nesse caso não é a cor que constrange, são as frases – Não conheço exemplo de aluno que tenha ficado constrangido por ter tirado nota máxima na prova e o mestre tenha colocado em letras garrafais “MEUS PARABENS” em VERMELHO – Será que não estamos confundindo o constrangimento da nota com a cor usada para expor a mesma?
Depois de décadas de estudo, os professores também chegaram à conclusão: assim como a cor que corrige as provas constrange os alunos, a cor que é usada nas provas também. É inconcebível que se use a tinta preta nas provas – para o bem da educação brasileira e de nossos queridos alunos as provas deveriam ser elaboradas em cores suaves tipo: azul claro, amarelo claro, rosa, e não preto que lembra morte, luto, ausência de cor.
Dessa forma, os professores reunidos em assembleia decidiram elaborar e ratificar algumas propostas:
Primeiro: Quando o aluno tirar uma nota baixa, apenas mencionar na prova – entrar em contato com o telefone tal, ou email tal, ou caixa postal tal, para ter acesso a sua nota.
Segundo: Fazer correção com canetas transparentes que só serão visualizadas perpendiculares à luz solar.
Terceiro: Notas altas para todos os alunos, assim ninguém se constrange; mesmo aqueles que não freqüentam aulas, não participam de nada, vivem alheios ao mundo e não conseguem aprovação com média 5, ajudados por trabalhos, feiras diversas, jogos e uma infinidade de recuperações.
Por favor, pensemos a educação com mais educação...

Prof. Alves

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